sábado, 18 de outubro de 2008

Brincar é mais que aprender

Para as crianças, o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver.
Não importa que não saibam dissso. Ao fazer essas atividades, elas vivem experiências fundamentais e daí por que se interessam em repetí-las e representá-las até criarem e aceitarem as regras que possibilitem compartilhar com colegas o brincar o jogar em espaços e tempos combinados.

Por que jogar e brincar são formas de representação?
Uma das consequencias maravilhosas, nesse contexto de repetir, recombinar e inventar, é poder criar representações. Quando brincam de casinha, as crianças vivem a experiência de recontruir o cotidiano e simbolizar a vida. Graças a isso podem suportar ou compreender os tempos que a mãe, por exemplo fica longe delas.
Então rolar, pular, dançar............. e todos os outros agitos imagináveis com o corpo também serão essenciais para atingir e aprender a ocupar os espaços além das grandes conquistas

O conjunto das habilidades humanas

Todos nós somos dotados de um espectro de diferentes capacidades e temos potenciais diferentes.

Além de nascermos com uma capacidade para desenvolver todas as inteligências. não podemos esquecer da carga genética que é herdada.


Veja quais são elas:


  • Lógico Matemática: domínio dos raciocínios lógico, dedutivo e compreensão de modelos matemáticos. Está diretamente associado ao pensamento científico.

  • Lingúistico: habilidade de se expressar por meio da linguagem verbal,em suas formas oral ou escrita. Manifesta-se na forma criativa de lidar com as palavras.

  • Espacial: capacidade de formar um modelo mental precioso de uma situação espacial e de utilizar esse modelo para se orientar. Sentido de direção.

  • Corporal Cinestésico:domínio dos movimentos do corpo, que pode ser um instrumento eficiente de expressão. Inclui a agilidade de manipular objetos.

  • Interpessoal: capacidade de se relacionar bem com as outras pessoas. Ela vem da habilidade de compreender as motivações e as expectativas dos demais.

  • Intrapessoal:habilidade de estar bem consigo mesmo. Está ligado a capacidade de administrar os próprios sentimentos e de usá-los para alcançar objetivos pessoais.

  • Musical: aptidão para expressar por meio dos sons, para organizá-los de manueira criativa.

O americano Gardner em seu livro "Estrutura da Mente" definiu as 07 inteligências acima mencionadas. Recentemente afirmou que descobriu mais uma, a Naturalista.


Essa oitava inteligência refere-se a habilidade humana de reconhecer objetos da natureza .Trata-se da capacidade de distinguir plantas,animais, rochas.


Ele ainda diz que está estudando a posibilidade da nona inteligência, a Existencial que está ligada a capacidade de considerar questoões ligadas a existência e de fazer reflexões sobre somos.



fonte: Revista Nova Escola

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Contos de Fadas-Espaço de Resignificação!

O Conto de Fada é um aliado da Psicopedagogia e áreas afins. Um espaço de resignificação, objetivando o sujeito autor, além de favorecer o desenvolvimento, divertir e esclarecer.
Os contos de Fadas exercem uma influência muito benéfica na formação da personalidade, porque através da assimilação dos conteúdos da Estória, as crianças aprendem que é possível vencer obstáculos e sairem vitoriosas, especialmente quando o herói vence no final.
Isso provavelmente ocorrre, durante o desenvolvimento da trama. Nela a criança se identifica com os personagens e vivência o drama que ali é apresentado de forma geralmene simples mas muito impactante.
Provavelmente só o resgate da magia da leitura dos Contos de Fadas não será a solução dos problemas mundiais, no entanto como eles também atuam no inconciente, podem ajudar muito a criança a eliminar e entender o(s) conflito(s) pelo qual a está passando.


Fadas no Divã- Psicanálise nas Histórias Infantis
Vale muito a pena ler.

Felicidade é um dos objetivos!

O que sinto é que ainda falta proximidade real entre a família e a escola. Falo de uma proximidade que vá além do ato de deixar a criança na porta da escola e na qual o encontro com os familiares dos alunos acontece somente nos dias de festividade ou de entrega de resultados.
Ao contrário, uma relação que garanta à criança e ao jovem estudante a certeza de que a família e a escola em que estudam comungam dos mesmos valores, apesar de certos momementos, usarem meios diferentes para atingir a mesma finalidade: A FELICIDADE!

A felicidade é um dos objetivos das duas instituições. A família revela isso´permanentemente aos filhos; e a escola, por sua vez trabalha para que isso se concretize de várias maneiras .
Portanto a Educação ocupa o espaço de esperança na dinâmica da sociedade.
Família, Escola e Sociedade são chamadas para compor uma unidade em prol deste desafio, que requer um rever de crenças,valores, princípios e ideias.

(TCC-A parceria entre a Escola e a Família: Cleusa Wilches, Elaine Lucchetti e Priscila S Pinto)

domingo, 28 de setembro de 2008

Parceria entre Escola e a Família

Diante de um novo quadro social, em que mulheres(mães) passam a atuar no mercado de trabalho, e diante também de toda essa mudança no perfil da família brasileira,crianças hoje ingressam na escola mais cedo e permanecem nela por mais tempo. Antes as escolas recebiam alunos, hoje recebem filhos alunos.
Responsabilidades que eram entendidas como primeira educação, cujo esta eram dos pais, hoje estão sendo transferidas para a escola. Cada vez mais nos defrontamos com crianças carentes de afeto e supridas por exageros de presentes e pais perdendo o controle na imposição de limites e desaprendendo o não.
O Educador, por sua vez tem a missão do cuidar, ensinar e compreender esse novo cenário, sendo mediador e supridor.
A parceria contará muito no processo de desenvolvimento Biopsicosocial.
Acredito no caminhar juntos, numa grande parceria pais,escola e alunos.
A Escola não pode viver sem a Família e a Família não pode viver sem a Escola, pois uma depende da outra para alcançar seu maior objetivo que é fazer com que o educando/filho aprenda, e com isso, venha a se constituir como sujeito autor.
Elaine Lucchetti